Os poderes e mistérios da placenta

 

Arte de Catie Atkinson

Depois do depoimento da Bela Gil, onde ela compartilhou sobre sua linda experiência de parto natural domiciliar e de que, logo após der dado a luz saboreou um pedaço da sua placenta em uma vitamina de banana, me senti motivada a escrever o que tenho descoberto e também sobre minha experiência com as minhas placentas.

Mas vamos começar pelo começo. O que é afinal uma placenta?

Imagine-se você bebê dentro da barriga da sua mãe. Você está envolto de uma bolsa que lhe protege e cria um ambiente perfeito para seu crescimento. Ali dentro, mergulhado no líquido amniótico, você bebê recebe tudo o que necessita para se desenvolver. De seu umbiguinho sai o cordão umbilical que lhe conecta com a placenta da sua mãe. [A placenta, na grande maioria dos casos, está localizado na parte superior do útero materno e atua como intermediário entre mãe e bebê, fazendo com que a irrigação de sangue da mãe chegue ao bebê. O contrário não acontece! É uma via de mão única]. O cordão umbilical e a placenta atuam como um fio condutor que une você bebê à sua mãe dentro do seu ventre. Cordão e placenta fazem parte da raiz da sua vida e são presentes milagrosos do mistério da existência, responsáveis por proteger e manter a sua vida enquanto ainda feto.

Nossa amada placenta é viva e carrega em si muita sabedoria, pois sabe, por exemplo, a quantidade exata de nutrientes e de sangue necessários para determinada fase do embrião. Ela é geneticamente igual ao bebê – isso não incrível? E o fato de todos nós termos para a vida toda a marca do nosso umbigo, o que nos faz relembrar do cordão umbilical e da placenta, pode apontar uma pista da sua verdadeira importância!

Quando uma fêmea mamífera (seja ela uma gatinha, uma mulher ou uma ovelha) dá à luz naturalmente a seu filhote, primeiro é ele quem nasce. A placenta desce depois na próxima contração, que, nas fêmeas mulheres, surge, em média, em até trinta minutos após a chegada do bebê.

O parto hospitalar tem como “tradição” a industrialização do nascimento – afirma – e na maioria dos países influenciados pela cultura europeia, o corte do cordão umbilical é a primeira coisa que se faz… isto já segundos depois que o bebê nasce – não importa se na cesárea ou no parto normal. Muitos médicos, presos neste modus operandi, deixam de prestar atenção àquele “órgão misterioso” que ainda está dentro do ventre da mãe. E depois de “dar à luz a placenta”, este órgão é tratado como lixo hospitalar.

Contrariando a expectativa certa comum existente de que a placenta vai diretamente para a lixeira, em 1994 descobriu-se que hospitais de vários países do mundo vendiam placentas humanas para empresas farmacêuticas francesas em um volume de 360 toneladas/ano – segundo Robin Lim, parteira com reconhecimento internacional e ganhadora do prêmio “herói do ano” da CNN em 2011. Isso claro, sem nenhuma autorização dos familiares ou das mães.

Enquanto a maioria de nós acaba por acreditar que a placenta perde sua função depois do nascimento do bebê, empresas de cosméticos, de medicamentos e pesquisa lucraram e vêm lucrando absurdamente com esta atividade não autorizada (imoral? antiética?). [Se tiver curiosidade, digite no Google “cosméticos à base de placenta” (de preferência em inglês: “placenta-based cosmestics“ – para resultados mais amplos) e você ficará surpreso com o que descobrirá!].

Fora o quesito cosmético, a indústria farmacêutica tem ficado “de olho gordo” nas células-tronco encontradas no cordão umbilical e na placenta. E querendo ganhar milhões e milhões eles oferecem serviço de congelar essas células, caso no futuro este bebê venha a necessitar delas.

Este é um roubo que a indústria farmacêutica faz! Roubam dos bebês seu sangue sagrado e ainda cobram de seus pais, iludindo-os de que fazem um “lindo serviço” em conservar a placenta “para o futuro”.

Estamos tão distantes da nossa natureza que, infelizmente, parece fazer mais sentido guardar esse tesouro para um futuro incerto, pagando um dinheirão por isso, do que deixar o próprio corpo e a natureza nos guiarem nestes processos.

Porém, veja, congelar a placenta com o fim de uso futuro não se é tão essencial. Perceba como a natureza é sábia: quando o bebê nasce, a placenta e o cordão umbilical ainda estão cheios de sangue, ou seja, a placenta está cheia das células-tronco do bebê. E o cordão continua a pulsar por alguns minutos, mesmo a placenta já tendo “nascido” (veja imagens a seguir). Observando-se e sabendo-se disto, após a placenta ter sido “expulsa“ do corpo da mulher, basta esperar, então, que ele pare de pulsar e fique branco… assim o recém-nascido já iniciará sua vida com todas essas células poderosas que, sim, também devem fazer parte do seu ser!

Preciso pontuar que um nascimento respeitoso acontece quando o bebê chega sem pressa, no seu ritmo, e a placenta, também protagonista deste grande acontecimento, pode terminar de enviar todas as “células-mãe” para o seu bebê.

Devolvendo o lugar de honra da placenta

Assim como informar-se sobre “os diferentes tipos de parto“ e “o melhor lugar” para a chegada do seu bebê, trazer consciência para “o momento” e “a maneira” do corte do cordão são de enorme importância!

“Lembre-se de escolher o caminho mais suave e que sintas como o mais correto para a sua família, levando em conta a maneira mais doce que podes imaginar. Seu bebê não pode escolher, porém depende de vocês; façam isso com sabedoria”, sugere-nos Robin Lim.

Listarei possibilidades e momentos de corte do cordão, na sequência que ela própria, Lim, descreve em seu livro:

  1. Corte imediato do cordão: esse é o procedimento da maioria dos hospitais, independente do tipo do nascimento. É a maneira mais “prática” e “fácil” e pouquíssimos a Aqui (e nos próximos dois pontos abaixo) o cordão é estancado com um clipe de plástico, que muitas vezes pode ser super incômodo na pele sensível da barriguinha do nenê.
  2. Corte tardio do cordão: aqui existe uma possibilidade de acordo com a equipe médica, pedindo que o cordão seja cortado três minutos após o nascimento do bebê. As pesquisas já demostram muitos benefícios para o recém-nascido quando a cordão ainda pode enviar mais um pouco de sangue para ele. Mas mesmo assim o corte acontece antes do “nascimento da placenta”. O principal benefício acontece durante este intervalo, quando parte do sangue rico em ferro que ainda está no cordão é transmitido para o organismo do bebê, fortificando seu sistema imunológico.
  3. Corte bem tardio do cordão: esse é a prática da maioria das parteiras e enfermeiras obstetras em hospitais mais liberais ou partos domiciliares. Aqui é esperado dequinze atrintaminutos para o corte do cordão. Assim, a placenta já “nasceu”, e pode-seobservar  esta trindade bebê-cordão-placenta. Com isso o bebê pode receber seu primeiro leitinho no peito da mãe e o cordão vai parar de pulsar aos poucos, sem pressa. É uma das chances únicas de deslumbramento desta perfeição
  4. Queimar o cordão (ao invés de cortá-lo): para este procedimento é necessário que a placenta já tenha “nascido”. Em muitos lugares nos quais as condições de higiene são precárias, ou mesmo em caso de catástrofes naturais em que os hospitais estão destruídos, este procedimento é muito recomendado, já que não há risco de contaminação ou infecção na pontinha do cordão. Segundo a medicina chinesa, a queima e a cauterização do cordão permitem que a energia Chi (energia vital), ainda presente na placenta, desloque-se completamente para o bebê. POR FAVOR,informe-se muito bem antes de fazer esta prática!
  5. Esperar e proceder dia após dia: muitos casais não conseguem tomar uma decisão logo após o nascimento de seus bebês, por isso deixam a placenta e o cordão intactos e esperam o momento certo para fazer esta separação. Isto pode acontecer quatro horas após o nascimento, como foi o caso para minha filha mais nova, Luma, ou três dias depois. E realmente não há pressa nenhuma em fazer este rompimento. Vendo as fotos abaixo, pode-se ver a diferença de cada estágio do cordão. É valiosíssimo o tesouro que corre por este “cordão de ouro” e é uma grande dádiva possibilitar que um bebê receba todo este presente o qual lhe pertence!
  6. Nascimento lótus completo: “este é o procedimento mais paciente, especial e espiritual” , diz Robin Lim. Neste caso não há corte do cordão umbilical; o bebê, o cordão e a placenta seguem conectados de três a nove dias e no seu ritmo se desprendem naturalmente. Desta forma, sem violência e pressa, a placenta termina sua função física e “se despede no seu tempo” do seu bebê. Para a boa conservação da placenta e evitar que esta solte um cheiro forte, ela é conservada com sal, ervas e flores, às vezes em uma bacia, às vezes em uma bolsinha.

 

Nos casos de bebês prematuros, de mãe com RH negativo e bebê RH positivo, e mães soropositivo, recomenda-se o corte bastante tardio do cordão umbilical. Para os bebês prematuros é de grande importância deixar o cordão ligado por mais tempo possível à placenta e ao bebê. (Lim, Robin, 2010, UNAIDS Technical Updates, 1998).

Visão de outros povos sobre a placenta

Diferentemente da tradição hospitalar de desrespeitar e mecanizar o nascimento, muitas e muitas culturas de todos os cantos deste mundo têm (ou tinham) seus ritos de honra, agradecimento e forte ligação com as placentas de seus recém-nascidos.

Nossos ancestrais respeitavam o momento do nascimento, a mulher, o bebê e sabiam que ali atuava uma força muito maior do que a humana.

Em lendas antigas, a placenta é simbolizada como um dragão, um anjo, um elefante, uma cobra, uma flor de lótus ou mesmo como uma árvore da vida. Seja na bíblia, na mitologia hindu ou grega, na cultura indígena de todo continente americano, nos povos asiáticos e vikings, a placenta sempre teve seu mistério e valor. A “desonra“ atual em jogar a placenta na lixeira, depois de todo seu serviço para gerar e manter a vida deste novo ser humano, seria incabível para muitos destes povos!

Lendo sobre estas lendas e histórias, a crença de Bali chamou-me bastante atenção. Os balineses acreditam que a placenta, chamada de Ari-ari, seja a materialização de um anjo protetor do bebê. Com seu nascimento, este anjo deixa de ter a forma física e passa a acompanhar em outra forma o caminhar deste ser na Terra, como um anjo-da-guarda.

Poder milagroso da placenta após o nascimento

Segundo Robin Lim, a maior causa de morte de mulheres nos partos é devido à complicações na “terceira fase do trabalho de parto”, ou seja, no “nascimento” da placenta. Isso ocorre, pois partes da placenta não se descolam devidamente do colo do útero. “Este fato deveria ser suficiente para convencer aqueles que acompanham partos de considerar o nascimento da placenta como um sucesso físico e espiritual em sua máxima importância” (Lim).

A “expulsão da placenta” está ligada ao hormônio da ocitocina, também chamado de “hormônio do amor”. Dar o peito ao recém-nascido estimula a produção deste hormônio e consequentemente auxilia no descolamento completo e saída da placenta. Em caso de hemorragia, a medicina sugere alguns medicamentos, porém muitas parteiras tradicionais de vários países já sabem do poder milagroso que a ingestão de um pedacinho de placenta tem em estancar o sangue. A própria Robin Lim sugere que placenta mergulhada em mel é “o melhor remédio”, além de reanimar qualquer mulher que tenha ficado fraca ou que, em casos graves, tenha perdido muito sangue durante o parto.

Tenho várias amigas que deram à luz em casa, e como condição da equipe de parteiras tradicionais para que o parto pudesse ser em casa era que a parturiente comesse um pedacinho da placenta, evitando o grave risco de hemorragia. E assim, como ela presenteia o bebê com minerais, hormônios e muita energia, uma mulher que come um pedacinho (ou pedação, dependendo do apetite!) da placenta recebe uma “bomba” de ferro, proteína, ocitocina, prolactina e cortisona. Já se pode comprovar também que isso diminui em muito o risco de depressão pós-parto.

Em uma investigação da Organização Mundial da Saúde sobre partos tradicionais, eles, Lefeber e Voorhoeve (1998) puderam comprovar que parteiras de diferentes lugares do mundo como Bangladesh, Birmânia e Índia costumam “ordenhar” o cordão – caso um bebê nasça sem chorar ou com dificuldade de respirar.

Robin Lim relata também sobre um menino que nasceu muito fraco e parecia que não iria sobreviver. Depois de terem tentado por vias convencionais e médicas animá-lo, ela resolveu tentar salvá-lo com a placenta dele. Para isso massageou este órgão – depois de “nascido“ e ainda conectado ao bebê pelo cordão umbilical – e o bebê foi ganhando cor e recebendo força. Outra possibilidade para “reé colocar a placenta em uma bacia com água morna – uma prática ayurvédica. Esta técnica só é possível quando o cordão não é cortado. Ele deve permanecer completamente são e ligado ao recém-nascido e à placenta.

“Estas técnicas utilizadas para ressuscitar um recém-nascido demonstram claramente que a placenta é o assento de algum tipo de matéria vital.” (Sadgopal Mira, 2009).

 

 

 

Abaixo indico alguns rituais para se fazer com a placenta, mas o mais importante é trazer consciência para o “momento do corte”, como apresentei acima:

  • Convidar amigos e familiares para uma festa de boas-vindas ao bebê (ou batizado) e juntos plantar a placenta com uma árvore (para isso, você pode congelar a placenta até a data escolhida);
  • Ingerir a placenta;
  • Fazer uma linda estampa / carimbo da placenta com o cordão.
    • Secar a placenta e fazer cápsulas dela (podem ser conservadas por até três anos na geladeira). Para isso, recomendo o trabalho de uma amiga, Segredos da placenta.
  • Mandar fazer homeopatia deste órgão;
  • Fazer “tintura-mãe” da placenta e/ou do cordão.

As três últimas opções anteriores podem ser usadas como medicamentos naturais tanto para a mãe como para o bebê e também para outras crianças da família.

  • Cremes e pomadas feitos à base de placenta. No livro “Placenta, o mais feminino de todos os remédios”, Cornelia Enning passa várias receitas para o preparo desdes cremes. Este livro é um verdadeiro guia! E PODE SER ADQUIRIDO COMIGO. Clique AQUI.
  • Filtro dos sonhos com o cordão umbilical seco.

 

Placenta com pesto e risotto

A placenta é a única carne que não vem através da morte, e, sim, através do nascimento. Ela é a única que contém essa informação da vida em si e não a memória da morte, do “assassinato”.

Não é à toa que em muitas e muitas culturas a mulher, logo após ter dado à luz, come um pedaço da placenta, assim como outras fêmeas mamíferas. Elas sabem da “bomba de energia“ que um pedacinho de placenta pode significar para uma mulher depois de todo o cansaço de horas de trabalho de parto. Porém, nesta era de transgênicos, de ingerir medicação adoidado e de forma inconsciente, considero importantíssimo dizer que a placenta contém a informação do que a mãe come/ingere. Eu não recomendaria a uma mulher que fuma, ou tem uma má alimentação, ou faz uso de medicamentos, a ingerir a sua placenta. Contudo, uma mulher que dá preferência à alimentação orgânica, não contamina seu corpo com químicas nocivas etc. para ela… a sua placenta é uma grande benção!

 

E, come como?

Aí vai do gosto de cada uma! Molhada no shoyu (tipo sashimi) ou com mel e canela. Ou cozida e do caldo faz-se uma sopa com legumes. Ou, que tal à bolonhesa? Ou em uma vitamina com banana, açaí, mire hortelã?

O nascimento da minha filha mais velha, Emilia, foi em um hospital antroposófico aqui na Alemanha. Minha parteira já sabia que queríamos levar a placenta para casa… e por um ano ela ficou… no freezer dos nossos queridos vizinhos! Preparamos uma festa bonita para honrar a placenta que abrigou nossa filha e, por acaso, na noite anterior nevou pela primeira vez no ano. A terra estava muito especial naquela manhã e com os padrinhos dela plantamos sua placenta embaixo de uma macieira que havíamos ganhado de presente no nosso casamento no ano anterior.

Ainda grávida da nossa segunda filha eu sentia um chamado para me conectar melhor com a minha/nossa placenta. Depois que Luma nasceu, enviamos um pedacinho da placenta para uma farmácia de manipulação e mandamos fazer homeopatia dela. Também queríamos plantá-la embaixo de uma árvore, mas não sabíamos quando. E aí se foi nossa segunda placenta, da nossa amada Luma, para o freezer dos nossos vizinhos atuais!

Mas, antes de tudo, fiz um pedido especial ao meu marido: “peço-lhe para cortar um pedacinho da placenta e deixá-lo na geladeira, sem congelar!”. Ele já sabia dos meus planos, mas o amor pela minha menina nascida era tão grande que eu só queria ficar babando de amor junto com ela na cama. No segundo dia, pela tarde, chamei meu marido; “Rapha, faz um favor pra mim? Traz pra mim um pouquinho do risoto que sobrou do almoço, um colherzinha do pesto que tu fizeste e dá uma fritadinha bem de leve na placenta com óleo de coco!?” – disse eu com água na boca (e agora enquanto escrevo também). Ele me olha de olho arregalado e exclama: “Sério!?” – e eu: “Seríssimo!”.

Que momento fenomenal! G-E-N-T-E foi a melhor carne que já comi na minha vida!!! Foi uma pena ele só ter deixado um pedacinho do tamanho de um dedinho! Só foram três pedacinhos comidos com muito gosto, honra e gratidão! E em cada uma das mastigadas pude realmente sentir como aquela carne, “nascida de mim”, fazia-me bem!

Sei que não é pra todas, e está tudo certo assim! Assim como tem gente que não gosta de jaca, tem gente que não gosta de placenta. E está tudo bem aí, não tá? As minhas perguntas para aquelas e aqueles que sentem nojo disso é se sentem a mesma repulsa por uma linguicinha, um coração de galinha, uma moela!? Vocês sabem donde vêm essas carnes? Vocês sabem como esses animais foram criados e mortos? Têm ideia de como eles eram tratados? Vocês sabem o que tem dentro da linguiça? Da minha placenta eu tenho conhecimento – e muito amor e honra a ela!

 

Acredito que podemos fazer um paralelo muito significativo em como uma cultura cuida e respeita a natureza e como os nascimentos acontecem: destruir a placenta não é nada mais do que mais um indicativo de que a natureza também está sendo destruída!

Cuidar da placenta é cuidar da natureza.

Sanar o parto é sanar a Terra!

Outras fontes de pesquisa:

Cornelia Enning, “Placenta, o mais feminino de todos os remédios”. Editora LuzAzul. PODE SER ADQUIRIDO COMIGO  AQUI.

Robin Lim, “La placenta, el chakra olvidado”.

http://revistacrescer.globo.com/Gravidez/Pos-parto/noticia/2015/06/esperar-pelo-menos-tres-minutos-para-cortar-o-cordao-umbilical-traz-beneficios-para-criancas.html

 

8 Respostas

  1. Elizabeth Garzuze da Silva Araujo

    Que lindo texto Bárbara. Uma lição de VIDA!
    Viva a placenta! Viva a VIDA!
    um beijo no seu coração
    da
    Beth (mãe da Aline)

    • Barbara Zimmermann

      oi Beth,
      viva a placenta!! Obrigada pelo carinho.
      um grande beijo pra ti

  2. Livia Maria Paes-Lettner

    muito obrigada Bárbara por compartilhar tais conhecimentos tão profundos e essenciais que visam nos reconectar com a essência do nascer da vida!
    anotei aqui os preciosos livros das preciosas autoras…
    um grande abraço!

    • Barbara Zimmermann

      Oi querida. É uma grande alegria ler teu comentário e ver como esse texto e minha experiência também ressoa em ti!
      um grande beijo

  3. Juliana Leal

    Adorei o texto! Conhecimento que não tinha. Veio em boníssima hora. Gratidão.

    • Barbara Zimmermann

      Oi Juliana,
      fico muito grata pela tua mensagem – e feliz que o texto veio em um bom momento pra ti.

  4. Olá barbara. Nosso filho Mikhael acabou de nascer. Ficamos cerca de 6/7 horas com a placenta ligado a ele após o nascimento. Cortamos 3 pequenos pedacinho e colocamos em álcool 70% para podermos fazer tintura e o restante acabou sendo congelado. (Isto fazem 2 dias) ainda está bem vivo. Além de enterrar, comer, fazer tintura e homeopatia, há algum outro uso?
    Depois de congelada, o que podemos fazer com ela? Gratidão. Um grande abraço!

    • Barbara Zimmermann

      Oi Leonardo, que o Mikhael seja bem-vindo e cresça com muito amor e saúde!!
      Acho que o mais importante vocês já fizeram, que foi deixar ele ligado a placenta por todas essas horas. Com isso ele pode receber toda a riqueza guardada no sangue do cordão e da placenta. E mesmo depois de congelada, a placenta pode ser usada de diferentes maneiras: enterrada, comida, desidratada e feito cápsula etc. Só com a homeopatia que eu não saberia te informarar da viabilidade de usá-la congelada. Se quiseres mais informações sobre o assunto, eu te recomendo o livro da parteira alemã Cornelia Enning “Placenta, o mais feminino dos remédios”. Podes adquirir este livro comigo: http://barbarazimmermann.net/pt/shop Abraços à vocês também.

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